Ex-policial de Albuquerque acusado após Fender Bender fora de serviço se tornar violento

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Shawn Ginn pensou que estava lidando com um DUI. Ele estava errado.

O ex-policial agora é quem enfrenta acusações. Acusado de cárcere privado e agressão por contravenção. O incidente começou com um pequeno empurrão no para-lama. Uma colisão de rotina perto do Paseo del Norte. Mas terminou com uma mulher atirada contra o seu carro. E Ginn, que já usou distintivos, agora está com problemas legais.

O incidente se desenrolou rapidamente

Era 28 de março. Ginn estava de folga. Andando de carro perto do Universo. Um motorista de 33 anos bateu na traseira dele. Não é grande coisa. Certo?

Não para Ginn.

Imagens de câmeras de segurança contam o resto da história. Mostra ele saindo do veículo. Aproximar-se do carro da mulher com intenção agressiva. Ele não pede apenas seguro. Ele não se identifica. Ele abre a porta. E ele se muda.

Testemunhas descrevem o caos.

“Tudo o que vi foi ele agarrando-a… Foi muito, muito violento.”

Um espectador afirma ter ouvido o acidente. Vi Ginn encostar. Então “buldogou direto para ela”. Latidos. Balançando a porta. Puxando o motorista pelos pulsos. Empurrando-a contra o para-lama traseiro. Braço torcido atrás das costas.

Ele achava que ela estava bêbada?

Ele disse aos policiais que responderam que sim. Essa foi a sua justificativa. Pelo menos em sua cabeça.

Teste de sobriedade refuta afirmações

A polícia chegou. A cena estava tensa. Ginn insistiu que a motorista estava embriagada. Ele agiu como uma figura de autoridade. Ignorando o fato de que ele era tecnicamente um civil naquele momento.

Depois veio o teste de sobriedade.

O resultado? Ela estava sóbria.

Nem mesmo ligeiramente prejudicado. A suposição de Ginn era infundada. No entanto, o dano estava feito. A mulher foi maltratada fisicamente. Seguiram-se falsas acusações de prisão. A bateria também.

Por que isso aumentou?

Uma investigação de corregedoria foi aberta. Protocolo padrão. Mas Ginn não esperou a conclusão do inquérito. Ele se aposentou.

Evitando consequências através da aposentadoria?

Aposentar-se antes do término da investigação não é algo inédito. Também é controverso. Ao renunciar, Ginn evita possíveis punições internas. Demissão. Perda de benefícios previdenciários. As ações disciplinares habituais por força excessiva.

A aposentadoria apaga a acusação?

Não. As acusações criminais permanecem. Prisão falsa. Bateria de contravenção. O sistema jurídico não se importa com a sua carta de demissão. Ele se preocupa com os fatos.

E os fatos são confusos.

Os transeuntes filmaram tudo. O agarramento. O empurrão. A falta de identificação. Ginn reivindicou autoridade. Ele nunca mostrou um distintivo. Ele nunca disse “Polícia”. Ele apenas agiu. Como se ele fosse dono da rua.

Isso foi excesso de confiança? Ou direito?

A filmagem não mente. Os relatos das testemunhas não mentem. O teste de sobriedade não mente.

O que mente? A narrativa que Ginn tentou construir na hora.

Agora ele enfrenta um tribunal. Não é um centro de expedição. Não é um distintivo. Apenas um juiz. E um júri.

Alguns dizem que ele se esquivou da bala. Evitou a justiça interna do sistema. Mas a justiça externa é diferente. Mais devagar. Mais bagunçado. E muitas vezes, mais duro.

As acusações permanecerão?

Só o tempo dirá. Uma coisa é certa: o pára-choque era o menor dos seus problemas. O resto era tudo por conta dele.

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